Grupos Familiares
Al-Anon do Brasil

Para familiares e amigos de alcoólicos


Os Três Legados


1. Admitimos que éramos impotentes perante o álcool – que tínhamos perdido o controle de nossas vidas.
2. Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia nos devolver a sanidade.
3. Tomamos a decisão de entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, como nós O concebíamos.
4. Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
5. Admitimos para Deus, para nós mesmos e para um outro ser humano, a natureza exata de nossos defeitos.
6. Ficamos inteiramente prontos para que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.
7. Humildemente, pedimos a Ele para remover nossas imperfeições.
8. Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a fazer reparações a todas elas.
9. Fizemos reparações diretas a essas pessoas, sempre que possível, exceto quando fazê-lo viesse prejudicá-las ou a outras pessoas.
10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
11. Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, como nós O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós e a força para realizar essa vontade.
12. Tendo tido um despertar espiritual, por meio destes Passos, procuramos levar esta mensagem a outras pessoas e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.


1. Nosso bem-estar comum deve vir em primeiro lugar; o progresso pessoal do maior número de membros depende da unidade.
2. Para nosso propósito de Grupo há somente uma autoridade – um Deus amoroso que pode Se manifestar em nossa consciência de grupo. Nossos líderes são apenas servidores de confiança; eles não governam.
3. Os parentes de alcoólicos, quando se reúnem para prestar ajuda uns aos outros, podem chamar-se de Grupo Familiar Al-Anon, desde que, como Grupo, não tenham nenhuma outra afiliação. O único requisito para ser membro é que exista um problema de alcoolismo num parente ou amigo.
4. Cada Grupo deve ser autônomo, exceto em assuntos que afetem um outro Grupo, ou o Al-Anon, ou AA como um todo.
5. Cada Grupo Familiar Al-Anon tem apenas um propósito: prestar ajuda a famíliares de alcoólicos. Fazemos isso, praticando os Doze Passos de AA, nós mesmos, encorajando e compreendendo nossos parentes alcoólicos, bem como acolhendo e proporcionando alívio a familiares de alcoólicos.
6. Nossos Grupos Familiares Al-Anon nunca deverão endossar, financiar ou emprestar nosso nome a qualquer empreendimento de fora, para que problemas de dinheiro, propriedade e prestígio não nos desviem de nosso objetivo espiritual primordial. Embora sendo uma entidade separada, deveremos sempre colaborar com Alcoólicos Anônimos.
7. Cada Grupo deverá ser totalmente autossuficiente, recusando contribuições de fora.
8 O trabalho do Passo Doze do Al-Anon deverá sempre permanecer não profissional, mas nossos centros de serviço podem contratar funcionários especializados.
9. Nossos Grupos, como tais, nunca deverão ser organizados, mas podemos criar juntas ou comitês de serviço diretamente responsáveis perante aqueles a quem prestam serviço.
10. Os Grupos Familiares Al-Anon não opinam sobre questões de fora, portanto, nosso nome jamais deverá ser envolvido em controvérsia pública.
11. Nossa política de relações públicas se baseia na atração, não na promoção; precisamos manter sempre o anonimato pessoal em nível de imprensa, rádio, televisão e filmes. Precisamos proteger, com o máximo cuidado, o anonimato de todos os membros de AA.
12. O anonimato é a base espiritual de todas as nossas Tradições, lembrando-nos sempre de colocar os princípios acima das personalidades.


1. Nosso bem-estar comum deve vir em primeiro lugar; o progresso pessoal do maior numero de membros depende da unidade.
2. Para o nosso propósito de Grupo há somente uma autoridade – um Deus amoroso que pode Se manifestar em nossa consciência de grupo. Nossos líderes são apenas servidores de confiança: eles não governam.
3. O único requisito para ser membro é que exista um problema de alcoolismo num parente ou amigo. Os parentes adolescentes de alcoólicos, quando se reúnem para prestar ajuda uns aos outros, podem chamar-se de Grupo Alateen, desde que, como Grupo, não tenham nenhuma outra afiliação.
4. Cada Grupo deve ser autônomo, exceto em assuntos que afetem outro Grupo Alateen, Grupos Familiares Al-Anon ou AA como um todo.
5. Cada Grupo Alateen tem apenas um propósito: prestar ajuda a outros parentes adolescentes de alcoólicos. Fazemos isso, praticando os Doze Passos de AA, nós mesmos, encorajando e compreendendo os membros de nossas próprias famílias.
6. Os Alateens sendo parte dos Grupos Familiares Al-Anon, nunca deverão endossar, financiar ou emprestar nosso nome ao qualquer empreendimento de fora, para que problemas de dinheiro, propriedade e prestigio não nos desviem de nosso objetivo espiritual primordial. Embora sendo uma entidade separada, deveremos sempre colaborar com Alcoólicos Anônimos.
7. Cada Grupo deverá ser totalmente autossuficiente, recusando contribuições de fora.
8. O trabalho do Passo Doze Alateen deverá sempre permanecer não profissional, mas nossos centros de serviço podem contratar funcionários especializados.
9. Nossos Grupos, como tais, nunca deverão ser organizados; mas podemos criar juntas de serviço ou comitês diretamente responsáveis perante aqueles a quem prestam serviço.
10. Os Grupos Alateen não opinam sobre questões de fora, portanto nosso nome jamais deverá ser envolvido em controvérsia pública.
11. Nossa política de relações publicas se baseia na atração, não na promoção; precisamos manter sempre o anonimato pessoal, em nível de imprensa, radio, filmes e TV. Precisamos proteger com o máximo cuidado o anonimato de todos os membros de AA.
12. O anonimato é a base espiritual de todas as nossas Tradições, lembrando-nos sempre de colocar os princípios acima das personalidades.


1. A responsabilidade e autoridade finais pelos serviços mundiais Al-Anon cabem aos Grupos Al-Anon.
2. Os Grupos Familiares Al-Anon delegam completa autoridade administrativa e operacional à sua Conferência e às unidades de serviço.
3. O Direito de Decisão propicia a liderança efetiva.
4. Participação é a chave da harmonia.
5. Os Direitos de Apelação e Petição protegem as minorias e garantem que elas sejam ouvidas.
6. A Conferência reconhece a responsabilidade administrativa primordial dos Curadores.
7. Os Curadores têm direitos legais, enquanto os direitos da Conferência são tradicionais.
8. A Junta de Curadores delega plena autoridade de administração rotineira da sede do Al-Anon a seus comitês executivos.
9. Boa liderança pessoal em todos os níveis de serviço é uma necessidade. No campo dos serviços mundiais, a Junta de Curadores assume a liderança principal.
10. A responsabilidade de serviço é balanceada por autoridade de serviço cuidadosamente definida, evitando dupla administração.
11. O Escritório de Serviços Mundiais é composto de comitês específicos, executivos e membros do quadro de funcionários.
12. A base espiritual dos serviços mundiais Al-Anon está contida nas Garantias Gerais da Conferência, artigo 12 da Ata de Constituição.

Garantias Gerais da Conferência

Em todos os seus procedimentos, a Conferência de Serviços Mundiais deve observar o espírito das Tradições:

1. que somente suficientes fundos operacionais, incluindo uma ampla reserva, sejam seu prudente princípio financeiro;
2. que nenhum membro da Conferência seja colocado em posição de autoridade absoluta sobre os outros membros;
3. que todas as decisões sejam tomadas por meio de discussão, votação e , sempre que possível, por unanimidade;
4. que nenhuma ação da Conferência jamais seja pessoalmente punitiva ou uma incitação à controvérsia pública;
5. que, embora a Conferência preste serviço ao Al-Anon, jamais venha a exercer qualquer ação autoritária e que, da mesma forma que os Grupos Familiares Al-Anon, aos quais presta serviço, permaneça sempre democrática em pensamento e ação.

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